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domingo, 23 de novembro de 2025

View materializada

 Uma view materializada é um objeto de banco de dados que armazena os resultados de uma consulta em uma tabela física, pré-calculando e salvando os dados para acesso rápido. Diferente de uma view normal, que é virtual e gera os dados na hora da consulta, a view materializada tem seus resultados fisicamente armazenados, o que a torna mais rápida para consultas, especialmente as complexas ou frequentes, e é frequentemente usada em data warehousing e painéis de BI. 

Como funciona

    Armazenamento físico:
    Ao contrário de uma view comum, que é apenas uma definição de consulta, a view materializada salva os dados como se fossem uma tabela real. 

Pré-cálculo:
O resultado da consulta é pré-computado e armazenado, eliminando a necessidade de processar a consulta repetidamente a cada acesso. 
Atualização:
Os dados da view materializada precisam ser atualizados para refletir as alterações nas tabelas base. Isso pode ser feito de forma automática em agendamentos, incrementalmente ou sob demanda. 

Vantagens

    Desempenho:
    É mais rápida para consultas complexas, pois os dados já foram processados e agregados. 

Eficiência:
Reduz o consumo de recursos do servidor, pois não precisa executar a consulta novamente. 
Casos de uso:
É ideal para painéis de BI (Business Intelligence), processamento ETL (Extração, Transformação e Carga), agregações complexas e para reduzir a latência de consultas frequentes. 

Desvantagens

    Dados obsoletos: Há o risco de ter dados desatualizados se a view não for atualizada após alterações nas tabelas base. 

Espaço de armazenamento: Requer espaço adicional para armazenar os dados físicos. 
Complexidade de atualização: Manter a consistência entre a view materializada e as tabelas de origem pode exigir lógica de atualização adicional. 

Definir o que é uma boa entrega de software

 Definir o que é uma "boa entrega de software" é fundamental porque estabelece

expectativas claras, garante que o produto atenda às necessidades do cliente e assegura a qualidade e viabilidade a longo prazo do sistema. Essa definição direciona toda a equipe de desenvolvimento e minimiza riscos de falhas ou retrabalho. 
Principais Razões para Definir uma Boa Entrega:

    Alinhamento de Expectativas: A definição clara ajuda a alinhar o que a equipe de desenvolvimento (focada em métricas técnicas) e o cliente (focado em usabilidade e retorno de negócio) entendem por "qualidade".
    Satisfação do Cliente e Valor de Negócio: Uma boa entrega significa que o software resolve o problema real do cliente e agrega valor ao negócio. Isso leva à satisfação do cliente, fidelização e vantagem competitiva.
    Redução de Riscos e Retrabalho: Requisitos e critérios de aceitação bem definidos desde o início evitam falhas graves, bugs e a necessidade de refazer partes do software, o que consome tempo e recursos.
    Garantia de Qualidade: A definição de "boa entrega" está intrinsecamente ligada aos atributos essenciais de um software de qualidade, como funcionalidade, confiabilidade, usabilidade, manutenibilidade e performance.
    Facilidade de Manutenção e Evolução: Um software entregue com boas práticas de desenvolvimento (como código limpo, testável e fácil de entender) será mais simples de manter, corrigir bugs e expandir no futuro.
    Otimização do Processo de Testes: Critérios claros orientam a fase de testes, garantindo que o sistema seja testado em relação aos requisitos e fluxos de usuário esperados, tanto em ambientes de desenvolvimento quanto em produção. 

Em suma, uma definição sólida de "boa entrega de software" transforma um conceito subjetivo em um conjunto de metas e critérios mensuráveis que guiam o projeto rumo ao sucesso técnico e de negócio. 

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Facas táticas para autodefesa: Como escolher e usar uma faca tática para proteção pessoal.

As facas táticas são projetadas para um uso versátil, servindo tanto para operações militares quanto para fins de sobrevivência e autodefesa. Elas combinam durabilidade, ergonomia e funcionalidade, oferecendo uma ferramenta confiável em situações de emergência. Embora a faca tática seja uma opção viável para proteção pessoal, sua escolha e uso requerem atenção e treinamento adequado. Neste texto, vamos explorar como escolher uma faca tática para autodefesa e como usá-la de forma segura e eficiente.

1. O Que é uma Faca Tática?

Antes de escolher uma faca tática para autodefesa, é importante entender o que caracteriza esse tipo de faca. As facas táticas são projetadas para serem versáteis, duráveis e fáceis de manusear. Elas geralmente têm lâminas afiadas, resistentes à corrosão e punhos ergonômicos que permitem um controle firme. Seu design muitas vezes inclui serrilhas, pontas afiadas para perfuração e estruturas robustas, o que as torna adequadas tanto para combate quanto para tarefas utilitárias.

Uma faca tática para autodefesa deve ser rápida de sacar, confortável de segurar e eficiente para perfurações ou cortes rápidos em situações de emergência.

2. Como Escolher uma Faca Tática para Autodefesa

Existem várias características que você deve considerar ao escolher uma faca tática para proteção pessoal. Aqui estão os principais fatores a serem levados em conta:

a) Tamanho da Lâmina

O tamanho da lâmina é um dos aspectos mais importantes ao escolher uma faca tática para autodefesa. Facas com lâminas entre 7 e 12 centímetros são geralmente ideais, pois oferecem um bom equilíbrio entre portabilidade e funcionalidade. Lâminas muito longas podem ser difíceis de transportar e manejar em situações de autodefesa, enquanto lâminas muito curtas podem não ser eficazes em combates corpo a corpo.

b) Tipo de Lâmina

O design da lâmina também afeta sua eficácia para autodefesa. Existem vários tipos de lâminas, mas as mais comuns para facas táticas são:

  • Lâmina com fio liso: Ideal para cortes limpos e precisos.
  • Lâmina serrilhada: Excelente para cortar materiais mais grossos, como cordas ou tecidos.
  • Lâmina mista (lisa e serrilhada): Combina a versatilidade das duas opções, sendo uma escolha popular para autodefesa.
c) Tipo de Ponta

A ponta da faca também influencia sua utilidade em autodefesa. Pontas afiadas, como a clip point (ponta de clip) ou spear point (ponta de lança), são projetadas para perfurações rápidas e eficazes, tornando-as mais adequadas para situações de defesa. Essas pontas permitem que a lâmina penetre rapidamente, o que pode ser necessário para incapacitar um agressor.

d) Material da Lâmina

O material da lâmina é crucial para garantir sua durabilidade e eficiência. As lâminas de aço inoxidável são populares por serem resistentes à corrosão, o que é importante se a faca for usada ao ar livre ou exposta à umidade. O aço carbono é outra opção, conhecida por sua afiação e durabilidade, mas requer mais manutenção, como limpeza e lubrificação para evitar ferrugem.

e) Empunhadura

O punho da faca deve ser confortável e fornecer uma boa aderência, mesmo em situações em que suas mãos estejam molhadas ou suadas. Punhos de materiais como borracha, polímero ou G10 (um material composto leve e resistente) são ótimas escolhas para garantir uma pegada firme. Facas com empunhaduras texturizadas ou anatômicas ajudam a evitar que a faca escorregue, o que é essencial para segurança e controle.

f) Mecanismo de Abertura

Se optar por uma faca dobrável, o mecanismo de abertura deve ser confiável e rápido. Facas com abertura assistida ou sistema de molas são ideais, pois permitem que você acesse a lâmina rapidamente em uma situação de emergência. Já as facas de lâmina fixa, embora exijam uma bainha para transporte, são consideradas mais robustas e prontas para uso imediato.

3. Como Usar uma Faca Tática para Autodefesa

Possuir uma faca tática para autodefesa não garante automaticamente a sua segurança; o treinamento é crucial para utilizá-la de forma eficaz. Aqui estão algumas dicas sobre como usar a faca corretamente em situações de autodefesa:

a) Treinamento Regular

Manusear uma faca tática sem treinamento adequado pode ser perigoso, tanto para você quanto para outras pessoas. Participar de aulas de defesa pessoal que incluam o uso de facas é fundamental. Esses treinamentos ensinam técnicas de defesa e ataque, como segurar a faca de forma eficaz, desviar ataques de agressores e neutralizar ameaças sem expor seu próprio corpo.

b) Postura e Posição Corporal

A postura correta é essencial ao usar uma faca tática. Mantenha uma base sólida com os pés e segure a faca de forma firme, mantendo-a próxima ao corpo para proteger sua própria integridade física. Ao mover-se, procure girar os ombros e o tronco, utilizando todo o corpo ao invés de apenas os braços para aplicar força.

c) Evite Excesso de Força

O uso excessivo de força pode resultar em erros e lesões. Uma faca bem afiada não precisa de muita força para ser eficaz. Movimentos precisos e controlados são mais seguros e aumentam suas chances de sucesso em uma situação de autodefesa.

d) Conheça as Áreas Vulneráveis

Em uma situação de defesa, saber onde aplicar cortes ou perfurações pode ser determinante. Focar em áreas vulneráveis, como braços, pernas ou tronco, pode ajudar a imobilizar um agressor rapidamente. No entanto, sempre considere as implicações legais e éticas do uso de uma faca em autodefesa.

e) Mantenha a Faca Afiada

Uma faca cega é mais perigosa para o usuário do que para o agressor. Mantenha sua faca sempre afiada para garantir sua eficácia em situações de emergência e para evitar a necessidade de aplicar força excessiva durante o uso.

Conclusão

Escolher uma faca tática para autodefesa requer uma consideração cuidadosa do tipo de lâmina, material, tamanho e empunhadura. Além disso, o treinamento adequado é essencial para usar a faca de forma segura e eficaz. Com a faca certa e o treinamento correto, você pode garantir uma ferramenta confiável e versátil para situações de emergência e proteção pessoal.

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Como Usar o Flipper Zero: Recursos, Hacks e Cuidados

 No reino da segurança cibernética, as ferramentas são a chave para desbloquear o potencial de proteção. Uma dessas ferramentas que tem feito sucesso já há algum tempo é o Flipper Zero.

Este dispositivo de bolso é uma plataforma multifuncional projetada para testes de invasão e hacking de hardware. Não é apenas uma ferramenta, mas um playground para entusiastas da segurança cibernética.

Neste artigo, vamos nos aprofundar nos recursos do Flipper Zero. Exploraremos seus recursos, hacks e cuidados legais que você deve ter ao usá-lo.

Junte-se a nós enquanto navegamos pelo mundo do Flipper Zero, uma ferramenta que preenche a lacuna entre os reinos digital e físico da segurança cibernética.

O que é Flipper Zero?

O Flipper Zero é uma ferramenta versátil que foi projetada pensando nas necessidades dos profissionais de segurança cibernética.

É um dispositivo compacto, de bolso, que pode ser transportado facilmente, o que o torna perfeito para uso em qualquer lugar. Mas não se deixe enganar pelo tamanho. Este pequeno dispositivo tem um grande impacto quando se trata de suas capacidades.

Em sua essência, o Flipper Zero é uma plataforma personalizável. Ele é equipado com uma variedade de recursos que permitem interagir com uma ampla gama de sistemas sem fio. De RFID e NFC a infravermelho e comunicação sub-1 GHz, o Flipper Zero pode lidar com tudo.

Mas não se trata apenas do hardware. O Flipper Zero também roda em firmware de código aberto, incentivando contribuições da comunidade. Isso significa que os recursos do dispositivo estão em constante evolução, com novos recursos e melhorias sendo adicionados regularmente. É uma ferramenta que cresce com você, adaptando-se às suas necessidades e ao cenário em constante mudança da segurança cibernética.

Cuidados legais: O Flipper Zero é legal no Brasil?

O Flipper Zero é um dispositivo multifuncional capaz de interagir com diversos sistemas eletrônicos por meio de radiofrequência, incluindo a clonagem de sinais RFID e NFC. Devido a essas capacidades, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu sua importação, comercialização e uso no Brasil, considerando que o aparelho pode ser utilizado para fins ilícitos, como clonagem de crachás e abertura não autorizada de fechaduras eletrônicas. 

Além disso, por emitir radiofrequências, o Flipper Zero necessita de certificação da Anatel para ser utilizado legalmente no país. No entanto, a agência tem negado essa certificação, resultando na apreensão e devolução de unidades importadas.

Portanto, a posse e o uso do Flipper Zero no Brasil são considerados ilegais, e sua utilização pode acarretar implicações legais significativas.

Principais recursos do Flipper Zero

Capacidades RFID e NFC

O Flipper Zero é equipado com um leitor e gravador RFID de 125 kHz e 13,56 MHz. Isso permite que o dispositivo interaja com sistemas RFID e NFC, um recurso que pode ser usado para uma variedade de propósitos.

Por exemplo, o Flipper Zero pode emular vários cartões e etiquetas para testes de segurança. Ele também pode ser usado para aprender e experimentar a clonagem RFID. Essas capacidades tornam o Flipper Zero uma ferramenta valiosa para entender e testar a segurança dos sistemas RFID e NFC.

Comunicação e controle infravermelho

O Flipper Zero também tem um transmissor e receptor infravermelho. Isso permite que o dispositivo controle dispositivos que usam comunicação infravermelha, como TVs e ar-condicionados. É um recurso que pode ser usado tanto para fins práticos quanto para testes de segurança.

Por exemplo, o Flipper Zero pode ser usado para testar a segurança de sistemas remotos, como campainhas sem fio e portas de garagem. Ele também pode ser usado para entender e testar a segurança de controles remotos de veículos. Esses recursos tornam o Flipper Zero uma ferramenta versátil para explorar e testar sistemas de comunicação infravermelha.

Transceptor Sub-1 GHz

O Flipper Zero inclui um transceptor sub-1 GHz para comunicação sem fio. Isso permite que o dispositivo capture e reproduza sinais, um recurso que pode ser usado para pesquisa e testes de segurança.

Por exemplo, o Flipper Zero pode ser usado para testar a segurança de sistemas de alarme sem fio e comunicação entre dispositivos vestíveis. Ele também pode ser usado para entender os princípios por trás de várias técnicas de hacking. Esses recursos tornam o Flipper Zero uma ferramenta valiosa para entender e testar sistemas de comunicação sub-1 GHz.

Uso educacional e hacking ético

O Flipper Zero também é uma ferramenta valiosa para uso educacional e hacking ético. Seus recursos podem ser aproveitados para desmistificar sistemas de segurança complexos e promover uma compreensão mais profunda da segurança digital.

Por exemplo, o Flipper Zero pode ser usado para entender os princípios por trás de várias técnicas de hacking. Ele também pode ser usado para conduzir experimentos de segurança seguros e controlados. Esses recursos fazem do Flipper Zero uma ferramenta que incentiva uma abordagem prática para aprender sobre segurança cibernética.

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Chamadas telefônicas que utilizam voz clonada por meio de Inteligência Artificial (IA)

 As chamadas telefônicas que utilizam voz clonada por meio de Inteligência Artificial (IA) são uma realidade e estão sendo usadas em golpes no Brasil, conforme alertas da Polícia Civil de São Paulo e outras autoridades. 


Como funcionam os golpes

Os criminosos usam a tecnologia de clonagem de voz para enganar as vítimas e seus familiares. O processo geralmente envolve: 
  1. Obtenção de amostra de voz: Os golpistas ligam para a vítima usando a tática da "ligação muda" ou "linha muda". Quando a pessoa atende e diz "alô" ou algo similar, a voz é gravada. Amostras de áudio também podem ser obtidas a partir de vídeos em redes sociais.
  2. Clonagem com IA: Com apenas alguns segundos de áudio, ferramentas de IA podem analisar e replicar o timbre, o ritmo e o sotaque da voz da vítima, criando uma réplica digital realista.
  3. Aplicação do golpe: Usando a voz clonada, os criminosos ligam para amigos ou familiares da vítima, passando-se por ela e inventando uma situação de emergência (como um acidente, sequestro ou problema bancário) para pedir dinheiro (transferências via Pix, por exemplo). 
  4. Como se proteger
Autoridades e especialistas em segurança digital recomendam uma série de medidas para evitar cair nesse tipo de golpe: 
Atenda apenas números conhecidos: Evite atender ligações de números desconhecidos. Se atender e a ligação estiver muda, desligue imediatamente.
  • Não diga "alô" ou "sim" imediatamente: Ao atender uma ligação de um número desconhecido, espere a pessoa do outro lado falar primeiro.
  • Confirme a identidade: Se receber uma ligação ou mensagem de um conhecido pedindo dinheiro, nunca faça a transferência imediatamente. Ligue de volta para a pessoa (usando um número de telefone previamente conhecido) ou faça uma chamada de vídeo para confirmar a identidade e a veracidade do pedido.
  • Use a triagem de chamadas: Ative o recurso de triagem de chamadas (call screening) no seu smartphone (disponível em iPhones e Androids), que permite que um robô atenda a chamada primeiro, fazendo com que o golpista fale com a máquina em vez de você.
  • Alerta geral: Informe seus familiares e amigos sobre a existência desse golpe e a importância da cautela, pois a prevenção começa pela informação.
  • Denuncie: Reporte ligações suspeitas às autoridades competentes. 
  • Ficar atento e ser cético em relação a pedidos urgentes de dinheiro, mesmo que a voz pareça familiar, é crucial para não se tornar uma vítima