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domingo, 30 de março de 2025

Teoria dos jogos

 Teoria dos jogos é uma teoria matemática que trata das decisões que uma pessoa toma quando o resultado delas dependem das decisões dos outros. E ela analisa distintas situações estratégicas onde as pessoas (aqui tidas como jogadores) selecionam situações distintas em prol de terem melhores resultados.

Essa teoria recebeu o nome de Equilíbrio Nash, em homenagem a

John Nash, que foi um dos pioneiros da criação dela, junto a 

John Von Neumann e do economista chamado de Oskar Morgenstern.

De acordo com a teoria dos jogos, cada coisa que uma pessoa faz ao longo do 

seu dia é um jogo, pois afeta a si e as pessoas a sua volta. Quando uma pessoa acorda,

 a depender do horário, isso afetaria a pessoa que vive com ela, as decisões no trabalho 

que ela toma afeta as demais pessoas ali, etc.

O foco dessa teria se encontra na tomada de decisões nos ambientes competitivos

cooperativos ou mesmo nos ambientes conflitantes, onde os jogadores focam em 

maximizar seus ganhos. Essa abordagem é importante para o entendimento de fenômenos 

complexos e para elaborar estratégias eficazes.

A teoria dos jogos cumpre um papel essencial em várias áreas, tais como: ciência política, 

economia, negócios, direito, empreendedorismo e até mesmo na ciência militar. Ela traz 

uma 

estrutura para entender e prever o comportamento humano nas situações estratégicas.

Do mesmo modo como a física é usada para explicar os movimentos dos planetas ao 

redor do Sol, a teoria dos jogos visa compreender como as pessoas tomam decisões nos 

contextos

 competitivos, cooperativos ou conflitantes.

matemática se trata de uma ferramenta essencial na análise das motivações dos 

jogadores e para antecipar resultados. Por vezes, as previsões conseguem surpreender, 

manifestando estratégias inovadoras ou mesmo resultados inesperados que afetam o

 entendimento e direcionam ações futuras.

Um comportamento estratégico permitirá uma seleção de estratégia nesse processo.

 E com isso diferentes ações teriam menos impactos negativos.

Teoria dos jogos e dilema do prisioneiro

A teoria dos jogos está relacionada com o chamado dilema do prisioneiro.

O dilema do prisioneiro é conhecido como um cenário clássico na teoria dos jogos. Esse dilema ilustra um conflito que há entre o interesse individual e o coletivo. E o exemplo mais comum aqui é o de dois prisioneiros, presos e interrogados separadamente, tendo eles a opção de cooperar ou trair seu cúmplice.

Se os dois cooperarem, terão uma sentença mais leve. Mas se um trair e o outro cooperar, então o traidor ficará livre e o cooperador receberá uma sentença pesada. Mas se ambos traírem, terão então uma sentença que é moderada.

dilema surge devido a que, racionalmente, cada um dos prisioneiros possui incentivo a trair, porém a melhor opção para os dois seria cooperar.

Um exemplo que ajuda nesse entendimento é esse:

Marcelo e Bruno são presos pela polícia como suspeitos de um crime. Lá eles são informados de que:

  • Se permanecerem em silencio, não confessando o crime, terão somente uma sentença leve de, por exemplo, 1 ano de prisão;
  • Mas se um deles confessar e o outro não, o que confessar estará livre e o outro pegará, por exemplo, 4 anos de prisão;
  • Se os dois confessarem, terão uma sentença moderada de, por exemplo, 2 anos cada um.

Nesse caso, ambos possuem o incentivo para trair a fim de reduzir sua própria sentença. Contudo, se ambos cooperassem, receberiam uma sentença ainda mais leve. O dilema ocorre da tensão que há entre a racionalidade de cada um e o melhor resultado conjunto.

Sobre a aplicação da teoria dos jogos

conceito de teoria dos jogos
A teoria dos jogos é aplicada em diferentes áreas

A teoria dos jogos é usada por meio de modelagem matemática a fim de analisar situações estratégicas e realizar a previsão de comportamentos.

Em primeiro lugar, detectam-se os jogadores envolvidos, as opções de escolha e as consequências delas. Depois são determinadas as preferências dos jogadores e as estratégias que eles podem usar. De acordo com esses elementos, há um foco em achar os equilíbrios de Nash, em que nenhuma parte terá incentivo para mudar unilateralmente sua estratégia.

Esses equilíbrios fornecem ideias importantes sobre as interações entre os jogadores e as possibilidades dinâmicas do jogo.

A teoria dos jogos é aplicada ainda na criação de políticasestratégias empresariais e outros contextos. Sempre que o entendimento dos interesses e interações estratégicas for algo fundamental em prol de alcançar resultados favoráveis, então essa teoria será importante.

Essa teria é usada em diversas situações, de estratégias empresariais a políticas governamentais. Um exemplo seria no caso de um mercado competitivo, onde que os negócios usariam a teoria dos jogos a fim de prever as reações dos concorrentes diante das mudanças de preço ou quando se implementam estratégias de marketing. A seguir há um exemplo:

  • Duas empresas que comercializam produtos eletrônicos decidem se reduzirão os preços dos seus produtos. Cada uma delas reflete sobre o impacto na sua lucratividade e como a concorrente reagirá. Se ambas diminuírem os preços, isso talvez resultaria em uma guerra de preços, a qual seria nociva para ambas.

Elementos importantes na teoria dos jogos

Na teoria dos jogos, há os chamados de jogos cooperativos, que compreendem jogadores que conseguem formar alianças e negociar ganhos coletivos, ao passo que os jogos não cooperativos tratam de uma competição individual onde acordos de colaboração inexistem.

matriz de pagamentos é outra ferramenta importante. Ela ajuda a representar os ganhos de cada jogador relativos a todas as combinações possíveis quanto as estratégias.

Há ainda os jogos sequenciais, onde os jogadores fazem suas jogadas em turnos. Com isso é possível a análise de movimentos anteriores, ao passo que nos jogos simultâneos, as jogadas sucedem ao mesmo tempo, sem que haja conhecimento prévio das ações de seus oponentes.

O teorema de minimax, por sua vez, ajuda nos jogos de soma zero, garantindo que cada jogador reduza a perda máxima possível.

PANTERA - 10s

My skin is cold
Transfusion with somebody
Morose and old
Drop into fruitless dying
It was tempting and bared
The whoring angel rising
Now burning prayers
My silent time of losing

My foes
They can't destroy my body
Colliding slow
Like life itself

Long for the blur
We cannot dry much longer
Cement to dirt
Disgusted with my cheapness

My foes
They can't destroy my body
Colliding slow
Like life itself

My foes, my foes
They can't destroy my body
Colliding slow
Like life itself

My silent time
As I'm drying much longer
Staring up

My foes
They can't destroy my body
Colliding slow
Like life itself

My foes, my foes
They can't destroy my body
Colliding slow
Like life itself

Scans super game power

 


Super GamePower nº 02

 

Super GamePower nº 02

Nesta edição:

  • Notícias
  • Previews
  • Reviews
  • Golpes de Mortal Kombat II
  • Dicas
  • Detonado de Bare Knuckle 3 (MEGA)
  • Detonado de Bugs Bunny (SNES)



  • Editora: Nova Cultural
    Data de publicação:  maio de 1994
    Digitalizado por: evil_arthas
    Editado por: anderbass
    Qualidade: 300dpi
    Número de Páginas: 84
    Formato: PDF e CBZ
    Tamanho: 78MB
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Entretenimento Adulto

 

Revista Sexy Novembro 2013 :: Carol Dias








COMO VOCÊ GOSTA QUE O CARA SE COMPORTE NA CAMA? DE QUE MANEIRA O SEXO TE DÁ MAIS TESÃO?
Eu gosto de homem pegador. Acho que quando o casal tá na cama precisa rolar aquela química forte. Não gosto daquele cara todo carinhoso. Eu gosto de sexo pra valer. Gosto de homem que fala umas besteiras e eu também falo, porque aquece. Também acho bonito usar uma lingerie provocante.

ENTÃO VOCÊ É DO TIPO QUE CURTE FAZER UMA BELA PRODUÇÃO ANTES DE IR PRA CAMA…
Se você gosta da pessoa, acho importante você variar. E homem gosta disso, não gosta de arroz e feijão todo dia. Então de vez em quando pode ser uma lasanha… (risos). É bom chegar na quinta marcha, né? Acho bacana mulher que inova. Quando eu namoro, sempre vai ter um dia que vou fazer uma surpresa pra pessoa. Vou tentar matar o cara, deixar ele maluco. Sempre que estou com um cara na cama quero fazer com que ele saia dali bem cansado, falando: “ah… que delícia!” (risos).

VOCÊ FALOU QUE GOSTA DE OUVIR. QUE TIPO DE COISA?
(Pensativa). Puta, agora fodeu (risos). Corta pra 18 (Carol é a dona da famosa e formosa bunda da tal da câmera 18, tão citada no Pânico na Band)! Mas, sério, eu gosto de homem sedutor, com pegada, que fala “puta, meu, você é uma delícia, sua gostosa”. Mas não precisa ser um puta cara vulgar também.

E POSIÇÃO, TEM ALGUMA ESPECÍFICA? CONSEGUE GOZAR SÓ COM A PENETRAÇÃO?
Consigo, sim. Mas tenho que estar excitada também. E eu não finjo gozo! Ou é ou não é. Quanto à posição? Eu adoro ficar por cima, adoro por cima e de quatro, né? É unanimidade, né?

E SEXO ORAL…
(Interrompendo) Ah, eu adoro! Fazer e receber. Acho que o cara tem que fazer, tem que se jogar. Se eu escolho um homem, é um cara que eu respeito e que eu quero. Então, esse negócio de nojo não tem nada a ver. Tem que ir pra cima. Fazer tudo bem feitinho. Vai que é sua, faça o negócio bem-feito!

E QUAL É A MELHOR COISA QUE VOCÊ FAZ? QUE DEIXA OS CARAS MAIS LOUCOS…
Cara, eu nunca me perguntei sobre isso… Acho que, quando eu fico bêbada, fico mais solta. Mas ninguém reclamou do conjunto da obra (risos).